Certos e errados -

quarta-feira, maio 25, 2005

Certos e errados


Ontem recebi um texto da minha amiga Lú, que falava sobre o que é - realmente - ter um namorado. Ele fala sobre as particularidades boas de um namoro de verdade, daqueles em que tudo é gostoso, até fazer compras no supermercado. Apesar de bonito e envolvente, eu não gostei deste texto. Não gostei porque ele fala como se estivesse em nossas mãos ? logo nas nossas, pobres mortais ? estar ou não estar com "aquela" pessoa especial.

Inclusive, penso que tudo seria muito mais fácil se nós já nascêssemos com um dom premonitório super avançado, que nos dissesse dia, hora e local do encontro com a pessoa "certa". De posse de todos estes detalhes, poderíamos nos divertir à vontade com as pessoas "erradas" e ainda teríamos tempo de "arrumar a casa" para aguardar, pacientemente, a espera do nosso "escolhido" ? ou "destinado".

Infelizmente, as coisas não funcionam deste jeito. E a gente precisa errar e errar e errar até chegar no lugar certo. Mas não saímos incólumes de todos estes "erros" ? e eu não estou falando do sofrimento e nem da mágoa que possa ter restado. Todos estes "erros" também tiveram momentos felizes, também nos fizeram crescer, também nos ensinaram alguma coisa. Estes "erros" poderiam ter se transformado em acertos, se não tivesse faltado aquele detalhe, que pôs tudo a perder...

Mas eu, particularmente, não acredito que exista apenas uma pessoa certa para cada um. Eu acredito que exista a pessoa certa para o momento certo. E como a nossa vida é feita de milhares de momentos, existem muitas pessoas certas para cada um de nós. Assim como também temos muitos momentos de ficar sozinhos e de também aprender com isso.
E, se for para dar uma visão do amor, que seja esta que reproduzo aqui embaixo, que recebi hoje por e-mail.
Visão bem-humorada do amor
O amor não é algo que faz você sair do chão e te transporta para lugares que você nunca viu.
O nome disso é avião.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que você esconde dentro de si e não mostra para ninguém.
Isso se chama vibrador tailandês de três velocidades.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que te faz perder a respiração e a fala.
O nome disso é bronquite asmática.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que chega de repente e te transforma em refém.
Isso se chama seqüestrador.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que voa alto no céu e deixa sua marca por onde passa.
Isso se chama sujeira de pombo...
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que você pode prender ou botar pra fora de casa quando bem entender.
Isso se chama cachorro.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que lançou uma luz sobre você, te levou pra ver estrelas e te trouxe de volta com algo dele dentro de você.
Isso se chama alienígena.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado, poderia mudar o que está diante de ti.
Isso se chama controle remoto de TV.
O amor é outra coisa.
O amor é simplesmente... o amor.

1 comentários:

Amorosa disse...

Caraca, gostei tanto que quero mostrar pros amigos queridos. Deixa eu sequestrar esse texto?
Com os devidos créditos, claro.