Um pouco de poesia
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Volvo Ocean Race
terça-feira, novembro 08, 2005
Assistindo à largada da Volvo Ocean Race, em 2002
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segunda-feira, novembro 07, 2005
Tv ligada, 1h30 da manhã. Em várias cenas, pessoas trabalhando, escritórios, prédios. E eu senti uma saudade incrível de tudo isso. Saudade de ter colegas de "baia", de te um computador, uma rotina, problemas pra resolver, ligações a fazer, de fazer contagem regressiva com os colegas nos 10 últimos minutos do dia...
Durante muito tempo trabalhei naquilo que gostava. Comecei com 18 anos. Nunca fiquei sem trabalho e acreditava no meu potencial. Mas 2005 abalou minhas crenças e me fez questionar muita coisa. Ainda sei que sou uma boa profissional e que posso me destacar. Sei que me apaixono pelos mais diversos tipos de trabalho, que me envolvo, me dedico.
Mas então, o que está faltando? Qual o "click", o toque mágico, a senha que falta para que as coisas voltem a acontecer? Li outro dia, no MSN de um amigo, uma frase que dizia (mais ou menos) que a vida acontece na hora em que você pára de ser uma vítima e passa a agir. Dos 10 meses deste ano, passei 7 desempregada. Tive meus momentos de vítima, de esperança e de ação. Agora já não sei mais exatamente em que momento estou. Não quero mais perder a minha fé, mas ainda não vejo a outro margem e isso não é muito fácil de se lidar.
Semana passada me veio um sentimento bom, de que as coisas iriam mudar. Tenho medo de acreditar e me decepcionar. Ainda mais porque a semana veio e se foi e nada mudou. Mas também não posso evitar que este sentimento me invada e me dê um pouco de alegria.
O que vai acontecer agora? Não sei (e isso também é de matar). Mas vou esperar para ver...
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Nova Esperança
terça-feira, novembro 01, 2005
(Mauro Diniz -Ubirany - Adilson Victor)
Sonhar é tentar e viver
De novo um grande amor
Acender em você a chama que se apagou
Pra matar a saudade, amar de verdade
Reviver bons momentos e sem ressentimentos
Reabrir o meu coração
E deixar toda felicidade
Outra vez entrar, sonhar
É sentir uma nova esperança e fazer
Do amor aliança
Se dar sem ter medo de errar
Confiar, feito uma criança
Que a vez da bonança não tarda a chegar
Depois do pranto, sorriso
E o meu paraiso você vai encontrar
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Para os meus amigos
segunda-feira, outubro 31, 2005
Acho mel tão gostoso
Você acha horroroso
Mas gosto de você, você de mim
Gosto de andar descalço
Você não faz o que eu faço
Mas bons amigos vivem bem assim
Você se perde dos seus pais
O sorvete as vezes cai
Nossa amizade vai continuar
Eu me amarro em mostarda
Você acha enjoada
Mas gosto de você, você de mim
Eu gosto de fazer faxina
Isso nunca te fascina
Mas bons amigos vivem bem assim
O cavalo se machuca
Alguém perde a peruca
Nossa amizade nunca vai morrer
Tão gostoso é pescar
Você só pensa em brincar
Mas gosto de você, você de mim
Gosto de uma soneca
Você quer jogar peteca
Mas gosto de você, você de mim
Eu gosto de você, você de mim
Tirado do dvd "Hora de dormir" do "Urso na Casa Azul", que é exibido exaustivamente aqui em casa pelo baixinho.
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Recordações
domingo, outubro 30, 2005

Achei esta foto, de quando eu estava com 7 meses de gravidez. Eu gosto tanto dela! Não sinto muita falta de quando eu estava grávida (passei mal pra caramba), mas sempre gostei do efeito estético que a gravidez causa...rs
Postado por Thaty às 12:49 PM 2 comentários
sábado, outubro 29, 2005

"Lá fora a sorte entrando enquanto aqui
Reflete a lua em nossa cama
E a vida segue assim
Tão docemente vista da sacada da varanda
Eterna, plena, adormecida sobre as ondas
E eu vizinho de uma estrela
Adoro vê-la iluminando o meu pedaço
Foi Deus quem me mandou seguir seus passos
Pensando bem, a lua tem seus traços
E o céu desaba em nosso corredor
Esse é o nosso amor"
Novos Tempos - Jorge Aragão
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Vizinhança
sexta-feira, outubro 28, 2005
Bem, mas o mesmo não pode ser dito do prédio da frente. Há uma semana, saí com o meu namorado e, quando já estávamos estacionando no prédio dele, lembro que esqueci em casa a camisa dele que eu havia pego na lavanderia. Voltamos para a minha casa. Ia ser rápido, então parei o carro atrás dos outros estacionados, deixei o Gu no carro e subi. Com minha visão periférica vi uma mulher conversando com um cara no prédio da frente, cada um de um lado do portão, mas não deu importância alguma. Nem preciso dizer que quando cheguei em casa, passei a dar importância, já que a conversa havia se transformado em algo muito mais exaltado. Perguntei à minha mãe se ela sabia o que estava acontecendo. Sem respostas: ela estava era cochilando na frente da tevê e ainda me perguntou "que briga?"
Peguei rápido a camisa e fui para a porta. Quando passei pela janela da sala, a mocinha estava meio que cambaleando no meio da rua, em direção ao MEU carro. O Gu dentro, com cara de "o que eu faço agora?". Desci rápido e ela ainda estava zanzando pelo mesmo lugar. Foi o tempo de colocar a camisa no carro, sentar no meu banco e ligar o carro. Como um raio, desce uma mulher e vai com tudo para dar uns tapas na mocinha, que de tão ruim só desviava, andando de costas. Não esperei pra ver mais e fomos embora.
No dia seguinte, minha mãe me inteirou do resto da fofoca: a mulher bem que tentou dar uns tapas na mocinha, mas o filho não deixou. Depois, apareceu um cara de carro que enfiou a mocinha lá dentro e foi embora, não sem muito esperneado e gritos. Assim que o cara saiu, apareceu a polícia, que conversou com a mulher. E minha mãe, claro, ouvindo tudo (nem que ela não quisesse...rs). De acordo com as explicações dadas aos policiais, a mocinha estava tocando sem parar o interfone da mulher, que já estava dormindo naquela hora, dizendo que lá era ponto de drogas. Quando a mulher se encheu e levantou. O resto a gente já sabia.
Bom foi o final! Os policiais para a mulher: "Senhora, se ela aparecer novamente, pode nos ligar". E a mulher: "Se ela aparecer de novo, pode vir com o rabecão!" Não dá pra negar que a gente se diverte...
Ah, mas ainda não acabou! Esta semana, um dos moradores do mesmo prédio da frente resolveu "expulsar o demônio" que estava em alguém, em alto e bom som, por volta de 8 da noite. Ainda era um demônio surdo, pelo volume em que falavam e cantavam para ele. No começo, fiquei brava com a barulheira. Depois me lembrei que aquela era a mesma casa onde um povo passa o dia ouvindo músicas de "boa qualidade", como funk e pagode brega, entre outros. E cheguei à conclusão de que deveria ser o mesmo demônio surdo, já que as músicas são escutadas no maior volume possível. E achei que se aturar aquela sessão de descarrego era o preço a pagar para não ouvir mais aquelas músicas, seria até barato...
Postado por Thaty às 9:33 PM 2 comentários
Tecla SAP
quarta-feira, outubro 26, 2005
Este é o dum-dum (violão):
Esta é a Ninha (Estrelinha):

Este é o Narni (Barney):

Este é o Aagão (Aragão):

E este, o Cuco de Quital (Fundo de Quintal), ou somente Tal:

E eu, como pobre mãe obrigada a entender tudo isso, ando pensando seriamente em pedir ao INMETRO que obrigue todas as crianças a virem de fábrica com a tecla SAP...
Postado por Thaty às 10:15 AM 1 comentários
A sua capacidade
Ontem eu acordei com a sensação de que as coisas, finalmente, iam começar a dar certo. Hoje de manhã, recebi esta mensagem por e-mail:
pronta para agir dentro de você e eliminar os problemas.
A convicção de ser forte, a confiança na eficácia da força e o
amplo campo de sua utilização darão a você enorme satisfação
e o desejo de se conhecer melhor e caminhar firme, de ter mais
paz e de chegar a prosperidade total.
Confie na sua capacidade, na sua vontade, no seu poder de realização
e verá serem muito maiores do que imaginava, assim como serão
maiores o bem-estar e a alegria que deles provêm.
Nenhum problema é maior do que a força que há em você.
Lourival Lopes
Extraído de "Otimismo todo dia"
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Mulheres modernas e seus homens antiquados
segunda-feira, outubro 24, 2005
Hoje recebi um texto interessante. Lá, dizia que o autor era o Arnaldo Jabor, mas tenho minhas sérias dúvidas quanto a isso. Não me parece ser o estilo dele e uma busca no Google não me deu indícios suficientes para tirar uma conclusão.
Como já vi de tudo nesta net, vou considerar o autor como desconhecido e dividir o conteúdo, que é o mais importante no momento. Se alguém souber quem escreveu, avise-me que ficarei feliz em divulgar.
Mulher moderna
(autor desconhecido)
Você homem da atualidade, vem se surpreendendo diuturnamente com o "nível" intelectual, cultural e, principalmente, "liberal" de sua mulher, namorada e etc... Às vezes sequer sabe como agir, e lá no fundinho tem aquele medo de ser traído - ou nos termos usuais -"corneado". Saiba de uma coisa... esse risco é iminente, a probabilidade disso acontecer é muito grande, e só cabe a você, e a ninguém mais evitar que isso aconteça - ou então - assumir seu "chifre" em alto e bom som.
Você deve estar perguntando porque eu gastaria meu precioso tempo falando sobre isso. Entretanto, a aflição masculina diante da traição vem me chamando a atenção já há tempos. Mas o que seria uma "mulher moderna": a princípio seria aquela que se ama acima de tudo, que não perde (e nem tem) tempo com/para futilidades, é aquela que trabalha porque acha que o trabalho engrandece, que é independente sentimentalmente dos outros, que é corajosa, companheira, confidente, amante... é aquela que as vezes tem uma crise súbita de ciúmes mas que não tem vergonha nenhuma em admitir que está errada e correr pros seus braços... é aquela que consegue ao mesmo tempo ser forte e meiga, desarrumada e linda... enfim, a mulher moderna é aquela que não tem medo de nada nem de ninguém, olha a vida de frente, fala o que pensa e o que sente, doa a quem doer...
Assim, após um processo "investigatório" junto a essas "mulheres modernas" pude constatar o pior. VOCÊ SERÁ (OU É???) "corno", ao menos que:
Nunca deixe uma "mulher moderna" insegura. Antigamente elas choravam. Hoje, elas simplesmente traem, sem dó nem piedade.
Não ache que ela tem poderes "adivinhatórios". Ela tem de saber - da sua boca o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqências expostas acima.
Não ache que é normal sair com os amigos (seja pra beber, pra jogar futebol...) mais do que duas vezes por semana, três vezes então é assinar atestado de "chifrudo". As "mulheres modernas" dificilmente andam implicando com isso, entretanto elas são categoricamente "cheias de amor pra dar" e precisam da "presença masculina". Se não for a sua, meu amigo... bem...
Quando disse que vai ligar, ligue, senão o risco dela ligar pra aquele ex-bom de cama é grandessíssimo.
Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la. As "mulheres modernas" têm um pique absurdo com relação ao sexo e, principalmente dos 20 aos 38 anos, elas pensam - e querem fazer sexo TODOS OS DIAS (pasmem, mas é a pura verdade)... bom, nem precisa dizer que se não for com você...
Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ela perceba isso. Garanhões mau (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem, são peritos em levar uma mulher às nuvens. Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é?
Nem pense em provocar "ciuminhos" vãos. Como pude constatar, mulher insegura é uma máquina colocadora de chifres. ¿ Em hipótese alguma deixe-a desconfiar do fato de você estar saindo com outra. Essa mera suposição da parte delas dá ensejo ao um "chifre" tão estrondoso que quando você acordar, meu amigo, já existirá alguém MUITO MAIS "comedor" do que você... só que o prato principal, bem... dessa vez é a SUA mulher.
Sabe aquele bonitão que, você sabe, sairia com a sua mulher a qualquer hora. Bem... de repente a recíproca também pode ser verdadeira. Basta ela, só por um segundo, achar que você merece... Quando você reparar... já foi.
Tente estar menos "cansado". A "mulher moderna" também trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para - como diziam os homens de antigamente "dar uma", para depois, virar do lado e simplesmente dormir.
Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair viviam se cruzando em "baladas", "se pegando" em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de sentir falta disso então é imensa. A "mulher moderna" não pode sentir falta dessas coisas... senão... Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão "quem não dá assistência, abre concorrência".
Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente o mercado não está pra peixe (falemos de qualidade), pense bem antes de dar alguma dessas "mancadas"... proteja-a, ame-a, e, principalmente, faça-a saber disso. Ela vai pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquele "bonitão" que vive enchendo-a de olhares... e vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você!
Postado por Thaty às 8:26 PM 1 comentários
quinta-feira, outubro 20, 2005
Postado por Thaty às 1:48 PM 2 comentários
Do fundo do baú
quarta-feira, outubro 19, 2005
Ontem reencontrei meus amigos da "velha guarda" do extinto Bar do Beto (atualmente, Gambar). No meio de tantas músicas maravilhosas, fui "apresentada" a esta:
A Banca do Distinto
(Billy Blanco)
Não fala com pobre, não dá mão a preto
Não carrega embrulho
Pra que tanta pose, doutor?
Pra que esse orgulho?
A bruxa que é cega esbarra na gente
E a vida estanca
O enfarte lhe pega, doutor
E acaba essa banca
A vaidade é assim, põe o bobo no alto
E retira a escada
Mas fica por perto esperando sentada
Mais cedo ou mais tarde ele acaba no chão
Mais alto o coqueiro, maior é o tombo do coco
Afinal, todo mundo é igual quando a vida termina
Com terra em cima e na horizontal
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segunda-feira, outubro 17, 2005
Li este texto há muito tempo. Ele está em um livro do qual gosto muito e que tenho há 5 anos. Foi o primeiro que li da Iyanla Vanzant, uma escritora americana, que considero um exemplo de perseverança. Nasceu negra e pobre, sua mãe morreu cedo, foi criada pela avó paterna, que a espancava regularmente. Mesmo assim, venceu na vida. Sofreu muito, mas um dia venceu.
Esta semana, lembrei deste texto duas vezes, em duas conversas diferentes. Então, resolvi "desenterrá-lo" e publicá-lo aqui. Acho que vale a pena dividí-lo.
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Pai de quem?
Voltávamos todos de uma excelente velejada. No carro estávamos eu, o Vítor, minha irmã e meu cunhado. Começo uma conversa com meu pai:
- Pai, o vento quase...
E o Vítor quase junto:
- Pai!!
Viro pra ele e falo:
- Ele não é seu pai. É meeeeeu pai (e batendo no peito, para enfatizar)
E ele não perde tempo! Bate no peito também e fala:
- Meeeeeeeu pai!!!!
Se acabou? Claro que não!! Hoje de manhã, meu pai andando de um lado para o outro na casa, arrumando a mala para viajar a serviço e o Vítor andando atrás e falando:
- Pai, pai.
Até a hora em que o avô pára e olha pra ele. Aí ele olha pra minha irmã, bate no peito e fala:
- Meeeeeu pai!!
Gargalhadas por toda a parte. Não tem jeito...
Postado por Thaty às 2:32 PM 0 comentários
Cansei!!
quinta-feira, outubro 13, 2005
A vaga que iria aparecer pra mim, já não vai mais. Preciso lidar com mais esta frustração. Não sou o tipo de pessoa que fica em casa, olhando o tempo passar. Mas nos últimos tempos me pego sem conseguir resolver um único problema! Eles estão se acumulando, aumentando a lista que fiz no caderninho que comprei para escrever meu livro - mais uma coisa inacabada, que não tenho ânimo para continuar. A fé deveria me dar forças para seguir a caminhada, mas também neste ponto tudo é muito frágil. Acredito, mas sem muita convicção, o que não ajuda muito. E também não sei muito o que fazer: sair batendo de porta em porta entregando o meu currículo? Colocar um anúncio no jornal?? Aceitar uma vaga de copeira??? Já coloquei meu currículo em todos os sites que eu conheço e em outros dos quais eu nem sabia da existência. Já mandei e-mail para vagas de recepcionista, secretária, assistente e etc. Mas para estas, sou "qualificada demais". Já mandei e-mail para vagas de jornalista, assessora e redatora. Mas para estas, não preencho todos os requisitos...
Em que momento da minha vida as coisas começaram a dar errado deste jeito? E porque? São perguntas que me faço todas as noites antes de dormir, e que somo a outras do tipo "o que é imprescindível ser pago este mês?" e conclusões do tipo "é melhor me conformar que meu nome vai parar no SPC novamente". E por mais que eu tente evitar, estas questões me assaltam todas as noites. Por mais que eu tente não pensar, não consigo fugir destas preocupações.
Aprendi uma vez que não adianta se preocupar com o que não tem solução - não tem solução mesmo! E que não adiantava se preocupar com o que tem solução - se tem solução, não é mais um problema. Mas e quando não se sabe a solução? E quando não se sabe se tem solução, o que se faz? Eu sei que se preocupar não vai resolver, mas então, o que fazer??
Vou ter que terminar assim, com tantas perguntas sem respostas. Porque as frases: "não se preocupe, algo vai aparecer", "eu tenho certeza de que você vai conseguir algo", "isso é temporário", entre outras, são recheadas de boas intenções, mas não me ajudam mais...
Postado por Thaty às 3:12 PM 0 comentários
Sofrimentos, angústias, depressões, mal-estares?
Tudo pode ser eliminado através da fé pura.
Com fé, você desloca a raiz de toda dor e elimina o estado
de prostração. Traz alívio à alma ulcerada.
Coloque-se diante de Deus e diga:
"Pai, eu sei que Tu me amas. Que Tu me criaste.
Que só queres o meu bem.
Pai, aqui estou para Te pedir: Dá-me a coragem e a força
para resistir. Faz brotar em mim a genuína paciência.
Reveste-me de Teu amor sacrossanto".
E Deus agirá sobre você.
Siga a vida com fé e tenha apenas
boas recordações dos seus dias.
Lourival Lopes
Extraído de "Gotas de esperança"
Postado por Thaty às 2:30 PM 0 comentários
FÉ CRISTÃ
Emmanuel
Se estás na fé cristã e esperas tão-somente: caminhos sem problemas, paz sem obrigações, dias de céu sempre azul, vantagens sem trabalho, conquistas sem suor, direitos sem deveres, apoio sem serviço e vida sem provações, lembra-te de Jesus.
Quando alguém deseja realmente auxiliar, em favor de outro alguém, conserva a certeza de que a Bondade de Deus doar-lhe-á os meios justos e lhe apontará o caminho.
Livro Agenda de Luz - Francisco Cândido Xavier
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Um pouco de humor
terça-feira, outubro 11, 2005
Estou precisando alegrar o meu dia... Então, aí vai uma música bem humorada, do Fundo de Quintal. Machismo puro, mas com muito humor! rs
E eu não fui convidado
Eu não sou culpado meu bem
Que seu novo amor tem pavor do passado
Comprei camisa de seda, terno de linho importado
Dei molho novo ao cabelo, fiz um pisante invocado
Mas você se casou e eu não fui convidado
Vou lhe dizer o que eu acho
Sem nenhum constrangimento
Quem tem teto muito baixo
Não se mete em casamento
Diga pro seu novo amor
Essa ele tem que saber
Quero cinqüenta por cento
Do investimento que eu fiz em você
Eu não sou culpado meu bem
Que seu novo amor tem pavor do passado
Comprei camisa de seda, terno de linho importado
Dei molho novo ao cabelo, fiz um pisante invocado
Mas você se casou e eu não fui convidado
Vou lhe contar uma história
Do meu tempo de garoto
Quem tem cabra que segure
Porque o meu bicho tá solto
Diga pro seu novo amor
Que ele é um tremendo pastel
Quero um pedaço do bolo
Se não vai dar rolo essa lua-de-mel
Eu não sou culpado meu bem
Que seu novo amor tem pavor do passado
Comprei camisa de seda, terno de linho importado
Dei molho novo ao cabelo, fiz um pisante invocado
Mas você se casou e eu não fui convidado
Vou lhe dizer outra coisa
Sem ter medo de resposta
Quem teme águas passadas
Não nada em rio de costas
Diga pro seu novo amor
Que eu não fui e não gostei
Ninguém vai cortar a fita
Da obra bonita que eu inaugurei
Eu não sou culpado meu bem
Que seu novo amor tem pavor do passado
Comprei camisa de seda, terno de linho importado
Dei molho novo ao cabelo, fiz um pisante invocado
Mas você se casou e eu não fui convidado
Postado por Thaty às 11:41 AM 0 comentários
A volta
terça-feira, outubro 04, 2005
Postado por Thaty às 2:04 AM 0 comentários



